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Bioncinha do Brasil estudou técnica do vestuário no SENAI em 2013. Formada pela SP escola de teatro no curso de técnicas de palco em 2016 mesmo ano que fez seu primeiro texto teatral Língua Frátria e seu primeiro figurino para a esquete Visitas ao Cão de Gustavo Braustein. De 2017 a 2018 trabalhou com Rodrigo Portella como montagem e operação de luz; dos espetáculos Irina, Alice mandou um beijo, Insetos e Tom na Fazenda em junho de 2018 montou a cenografia do São João da cidade Luís Domingues no interior do Maranhão e fez assistência de figurino para o espetáculo de Boi Bumbá Raio de luar a convite de João Almeida. No retorno pro Rio iniciou processos com bordado, nesse mesmo ano fez figurino da cena O desvio autoritário de uma ideia: daqui pra lá não existe meu mundo para Festival Nacional de teatro FESTU. Em 2019 fez parte do livro VÉRTICES ESCRITAS NEGRAS fruto da Oficina de literatura negra ministradas por Simone Ricco, desenvolveu figurinos para o Cabaré incoerente e o Cabaré beco das serpentes. Em São Paulo participou de oficinas de bordado no Ateliê Vivo. Performou com o coletivo em legitima defesa na exposição de Grada Kilomba na Pinacoteca de São Paulo. Costurou para ala das campeãs com Vicente Perrota para 46° Casa de Criadores com o desfile BRASIL PAÍS CAMPEÃO MUNDIAL DE TRAVESTIS. Em 2020 operou canhão de Luz ao convite de Cyntia Monteiro no Teatro Oficina para o Espetáculo Roda Viva de Chico Buarque dirigido por Zé Celso na virada da década e no Teatro Municipal de São Paulo no FESTIVAL VERÃO SEM CENSURA. Ganhou o prêmio da Editora Malê na categoria jovens escritores e segue seus processos de escrita com a FLUP e a Revolução chamada Carolina Maria de Jesus. Sua pesquisa em roupas e tecidos persiste em lidar com materiais esquecidos como meio de transformação de costumes e comportamento, além de pesquisar luz e cenografia para teatro.

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